Só hoje tive tempo de assistir o melhor episódio, até então, da sexta temporada de Grey’s Anatomy. Por muito pouco não chorei. Eu tava achando que essa tal fusão com o Mercy West ia ser uma droga, mas no episódio 5, “Invasion”, pude ver como me enganei. Logo no início da narração de Meredith, ver aquele povo de uniforme laranja entrando e tomando conta do SGH foi estranho. E depois acompanhar a luta pelo seu espaço foi divertido, mas também dramático.

Cristina chorando e dizendo como sentia falta do Burke, porque ele jamais a deixou fora de cirurgia, pois sabia que ela era a melhor para estar ali. Já o Dr. Hunt sempre que tem uma oportunidade acabando a cortando. Isso até me levou a pensar que já que o O’Malley morreu, o Burke poderia voltar pra série, mas acho que vai ser só pensamento meu. Enfim, um Deus na cardio ta fazendo falta desde a quarta temporada.
Agora com a Meredith no papel de paciente ela acaba se tornando mais presente, afinal, é bem mais fácil esconder sua gravidez assim. E ela voltou a ter graça pra mim, ainda pouca, mas ta no caminho certo. Acho tão engraçado como ela e a Cristina levam a sua amizade, uma desaba de choro e a outra apenas diz que tudo bem, e a vida continua.
O sermão da Izzie em cima do residente do Mercy West, Charles, foi perfeito. Acima de tudo o Seattle Grace Hospital é um hospital de companheiros, parceiros. As pessoas se atiram na frente de um ônibus para salvar um estranho. Tem como dizer melhor? E sendo assim acredito que o Chief tinha que ter mais compaixão pelos seus. Demitir Izzie Stevens por um erro médico foi demais. Claro, ela errou, merecia ser punida, mas ela é um dos nossos. Sim, porque a essa altura de Grey’s Anaytomy eu já me sinto um dos deles.
Enfim, foi um episódio clássico de Grey’s, para não se botar defeito. E o Karev me apaixona cada dia mais com seu jeito protetor, ser deixado pela Izzie após sua demissão detonou com o cara. Quase que eu ia me esquecendo de comentar como eu gosto da Dr. Arizona, e como achei bonito o que ela falou para o pai da Calliope (o nome da Torres é tão engraçado).
Não vejo a hora de chegar amanhã para assistir a continuação disso tudo.

casamento, o terno do Dan era bonito, o vestido da Serena tinha uma fenda sensual, mas não vulgar. A Lily estava maravilhosa com um longo rosa pink, claro que eu ainda prefiro o que ela usou no casamento com o Bart Bass, mas ainda assim o pink me conquistou.
Ontem olhando umas comunidades no orkut achei uma “Eastwick” e resolvi dar uma olhadinha. A comunidade se trata de uma série de bruxas e eu decidi assistir os dois episódios que já haviam passado nessas ultimas duas semanas. A-D-O-R-E-I! Matei minha saudade de Charmed em tempos antigos. Apesar que em Charmed a história era outra, mas eu gostei de ver três jovens bruxas novamente.
Helicópteros caindo e acertando prédios, carros batendo, um bando de surfista se afogando no mar. O apagão dura 2 minutos e 17 segundos no mundo inteiro e todo mundo tem uma visão do futuro, mesma data e mesmo horário, 29 de abril de 2010 às 22h. O FBI se encarrega de investigar este estranho acontecimento através das visões de todo mundo, principalmente do Agente Mark Benford. A pequena Charlie chamou minha atenção. Adorei a menininha, e fiquei sentida até quando ela falou “eu tive um pesadelo, não ia ter mais dias bons”. Mas a cena que eu mais gostei mesmo, foi ao final do episódio quando a Agente Janis (que por sinal eu adorei a personagem) encontra um vídeo de um estádio LIoyd Simcoe onde mostra todo mundo apagado e apenas um homem caminhando, de sobretudo e toca, ele chega até a dar aquela olhadinha para trás clássica enquanto vai embora do estádio. Perfeita cena.